sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Uma fezinha na vida

Os números sempre mexeram com as pessoas. Dificilmente encontramos alguém que não tenha um "número de sorte", ou ao menos, um número com o qual "simpatiza". Foi do que lembrei quando começaram a dizer que havia um cruzamento astral interessante pois hoje - 11/11/11 - também teria às 11h11min.
Claro que no próximo ano teremos 12/12/12 - com o horário das 12h12min. Mas é diferente. Os números ímpares são mais atrativos, têm algo de poderoso, quase mágico.
No meu caso, gosto muito dos números 3, 12 e 21. Três, por significar a comunidade perfeita - a Trindade; 12, o número escolhido para serem os acompanhantes de Jesus - 1+2: 3; e o 21 por ser uma espécie de comunidade que criei nos livros "Que seja em nome de Deus" e "Nos Braços do Eterno Descanso" - faltando ainda um para completar a trilogia que só ainda não foi concluído por... relaxamento! (2+1: 3).
Os números acompanham a história, inclusive no jogo do bicho. Quando era criança, meu pai se ofereceu para fazer um jogo para mim. Disse a relação dos bichos e eu escolhi o cachorro. No final da tarde, o bicheiro chegou com o dinheiro que eu tinha ganho, todo feliz, pensando que estaria fazendo uma criança feliz. Fiz a cara maior surpresa possível: eu não queria dinheiro, queria o meu cachorro!
Os números são como muitos dos fetiches que juntamos na vida. Em muitos casos, são que nem as pílulas de placebo (sem nenhum elemento químico a não ser farinha), mas nas quais acreditamos e surtem, de alguma forma, efeito. Se os números não são mágicos, que a vida o seja e faça valer a pena, até, fazer uma fezinha no jogo do bicho!
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