sábado, 28 de julho de 2012

Poesia do início e do fim

A poesia brinca com as palavras.
Não importa o que diga,
importa o que quer dizer.
Em seu emaranhado, somam-se
cores, odores, sensações.

"O sol que marca a trajetória do dia."
"O riso que ilumina a face de quem ama."
"A mão que suplica por ar,
enquanto o corpo definha."

Faço poesia, porque faço vida.
Cada palavra, cada sentimento,
cada instante, joga-se para além
do momento presente.

Então, fazer poesia, não é apenas viver,
mas sobreviver.
Jogar sentidos para o além,
saber que vivo o aqui e o agora,
mas que alimento a esperança
do reencontro e de partidas.
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