quarta-feira, 25 de julho de 2012

Hospital, terceiro dia, a alta.

Descansadinha básica na quarta pela manhã. Começando a curtir um chimarrão (lembranças da minha amiga Rosane Pinheiro Krüger Feijó, que sempre posta do seu amor pelo chima), quando chega o telefonema da alta da dona França.
Refazer o caminho, agora em direção à casa, é, praticamente, fazer uma mudança: gradativamente, vai-se acumulando material de cama, para refeições, de higiene, roupas limpas e para lavar. Já providenciando lavagem de edredons, pensando em aproveitar o solzinho para que tudo esteja devidamente limpo e livre de vírus.
Entregar o último documento de alta na portaria é refazer rotinas. Voltando para a casa, a noção de que a vida continua e cada um tem que pensar em viver seu quotidiano e, paralelamente, encontrar novas formas de fazer o paciente encontrar sentido na vida, especialmente pelo carinho que é compartilhado.
São os telefonemas, as visitas, os retornos das redes sociais. Mas, repetindo o que disse ontem, e que me emocionou quando muita gente compartilhou do mesmo sentimento: "renovar a esperança de que mais dia menos dia a gente volta pra casa, pra vidinha pacata de quem quer apenas receber os amigos, colocar água nas plantas ou fazer e partilhar um bom e generoso almoço".
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