terça-feira, 17 de maio de 2011

A comunicação que muda

No sábado, conversei com o pessoal que atua na Catequese, em nível de diocese da Igreja Católica de Pelotas. Tratei da comunicação pessoal, aquela que inicia no silêncio - oração, reflexão, leitura, ouvir boa música, ou apenas um inestimável espaço de sanidade mental.
Conversa vai, conversa vem, e apliquei uma técnica de aproximação que consiste em fazer com que as pessoas caminhem pela sala, "se namorem", e conversem com pessoas que têm menos aproximação. Devem poder apresentar a companhia, mas não só, também registrar algo que lhes chamou a atenção.
Este é o segundo passo: depois do silêncio, a capacidade de ouvir. Para somente depois falar. Grandes e agradáveis surpresas. Além de alguns depoimentos emocionados, também a afetivade de muitos que ficaram todo o tempo abraçados, como para mostrar o estreitamento das relações que aconteceu.
Os próximos passos serão dados com a comunicação de grupo e a utilização de recursos de comunicação. Mas valeu encontrar velhos conhecidos que, disseram, se reciclaram durante a nossa conversa. Que assim seja: a comunicação é um meio para que possamos trabalhar melhor, mas também um jeito de tornar mais humano este nosso dia a dia cada vez mais difícil.
Postar um comentário