2025. Apenas um ano que passou?
O giro inevitável do relógio e do calendário?
2026. Promessas, desejos, anseios?
A sofreguidão do que ainda é pura expectativa?
Lembranças de vivências passadas
Aprisionam o olhar que deveria ater-se ao presente.
Definha-se quando a vida escorre
Pela ampulheta do tempo e da saudade…
Nas dobras das possibilidades, ancoram-se
Certezas que navegam pela imaginação.
Projeções que roubam a realidade
E o sentido de ser presença.
O ano novo deixa marcas
Com a tenacidade do destino.
Tem a força de um recomeço,
O cheiro de oportunidades,
A urgência de ser saboreado,
Gota por gota,
Pelos próximos 365 dias…
Tim-Tim. Que seja perfeito no sabor que desejares!

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