domingo, 22 de março de 2026

Eu te vi dançar…

Crônica poética:

Eu te vi dançar… Mais do que uma coreografia, era um jeito de dizer ao mundo o quanto eras capaz de superar barreiras. Quando teu ritmo entrou em compasso, em afinação com a orquestra, as sombras fizeram a moldura do que era prazer e realização. Ali, apenas dois corpos se desprendiam da realidade. 

Eu te vi dançar... E, quando a música tornou-se um murmúrio, já não eras apenas matéria a ocupar um espaço, mas um espírito sedento por absorver o Universo. O tempo perdeu o sentido e rodopiar pelo salão não era apenas repetir um gesto. Galgavas os degraus da felicidade. 

Eu te vi dançar... Ao aceitares os braços de quem te conduziu por caminhos que apenas os holofotes dos sonhos são capazes de iluminar, ainda sorrias como quem percorre as nuvens no êxtase de saber-se abençoado pelos deuses. Bailar pela eternidade é acreditar que o conjunto da obra dá sentido a sorrir e embevecer-se de um momento mágico, onde a própria Eternidade tem o gosto do sublime momento em que eu te vi dançar…

(Revisão e imagem: IA Gemini)


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