quarta-feira, 19 de junho de 2013

“Um filho teu não foge à luta”

Postei, dias atrás, no Facebook, que a Internet estava dando a chance de acompanhar a notícia de ângulos diferentes que o da grande mídia. Aqui está um: o movimento nacional pela moralização do setor público. Vamos com calma, pessoal, não é apenas quem é a favor ou contra, ou quem é do "bem", ou quem é "baderneiro". A sensação de que os governos não atendem àquilo que as pessoas esperam é muito forte! Esta era uma bomba relógio que iria explodir mais cedo ou mais tarde.
Fiquei acompanhando os meios de comunicação a respeito das manifestações: para milhares de pessoas ordeiras que representam a muitos de nós, uns poucos baderneiros mereceram mais atenção, pois fazem o “espetáculo” desejado por certas mídias! Creio que estes não fazem a regra, mas a exceção. E quem os orquestra? Não há como descartar: podem ser os próprios políticos que estão se sentindo sem lugar onde pisar e desviam o foco para manter seus privilégios.
Vamos combinar que a criatividade dos cartazes é algo que encanta! Quando os políticos e alguns meios de comunicação dizem que é um movimento sem liderança, eles sabem que não é assim: quem lidera tem um nome que eles adoram em tempo de campanha, mas que, depois, transformam em pano de chão: "povo". Respeitem-nos, pois somos o "povo brasileiro"!
Estamos a pouco mais de um ano das eleições: precisamos fazer com que este espírito de insatisfação vá desaguar nas urnas. Sonho? Sim, sonho que pode virar realidade! Não é ser situação ou oposição. Isto tem outro nome: indignação! Senhores políticos honestos tenham grandeza para fazer um "minha culpa" e se poderá mudar a cara deste país!
Quando falam em "oposição", a gente pensa: "oposição, quem, cara pálida". Os políticos que se aproximaram do movimento, logo foram afastado. E a oposição, pelo jeito, vai a reboque! Então é dizer que o movimento não tem propostas definidas e consistentes. Tem sim: vergonha nacional! Especialmente, que tenhamos políticos e administradores honestos e competentes.
Veja-se o caso da vaia a presidente Dilma no primeiro jogo deste campeonato caça níquel chamado de “Copa das Confederações”: Se quem pagou 500 reais para assistir ao jogo vaiou e também os chamados "baderneiros" - fazendo manifestação na rua - é difícil deixar de pensar que "existe algo de pobre no reino da Dinamarca (Brasil)"? E o questionamento que não quer calar está nos cartazes e inquieta nossa consciência: “Pronto, já temos estádios de primeiro Mundo. Falta construir um país de primeiro Mundo ao redor deles”!
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