Simplesmente assim:
É um humano que
Precisa se acostumar com a Eternidade.
Ainda não está pronto, então,
Percorre os Céus pensando
Em quando voltará à Terra…
Anjos guardiões o tutelam,
De olho para que se comporte.
É um curioso,
Os tutores se revezam:
Um é um poço de paciência
E apenas sorri quando apronta…
O outro, causa calafrios
Ao alertar apenas com um olhar.
As figuras etéreas que
Encontra pelo caminho
Alcançam a beleza da inocência
Que diviniza o humano no
Direito de secar os olhos de uma mãe,
Ou de um filho que ainda vai aprender
O sentido desta lágrima.
Não entende de asas.
Precisa aprender
A utilizar as mãos, o olhar
E o abraço como forma de encobrir e proteger.
Eles não desamparam.
No umbral de um sonho,
Volta os olhos para os Céus:
Um Anjo travesso vai piscar
E, sorrindo, murmurar pelo teu nome!
(Imagens e revisão com a IA Gemini. Áudio e imagens em https://youtu.be/Xcde1WB71SM)

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