Simplesmente assim:
O mel que escorre pelos sentidos,
Na doçura do momento
Em que cessa o instante e vira Eternidade.
Quantas vezes quis lembrar
Do que havias dito.
Inquietante esquecimento,
Que arranha o pleno significado…
O que se perde nas brumas do tempo
É a procura pela forma ideal do encontro.
Nos sonhos e idealizações,
Persiste o eco da voz,
Como a semente que gera uma nova perspectiva.
As palavras renascem
Na angústia de ver se o que brotou na alma
- E transpôs os lábios -
Tornando-se, enfim, pertença.
Para além do que foi dito,
As lembranças cravejam o presente,
No ar que bruxuleia, longe de apagar a esperança…
(Revisão e imagens com a IA Gemini. Áudio e vídeo em https://youtu.be/o5W-ubjP2WA)

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