domingo, 11 de janeiro de 2026

Longe de apagar a esperança…

Simplesmente assim:


Palavras foram balbuciadas com

O mel que escorre pelos sentidos,

Na doçura do momento

Em que cessa o instante e vira Eternidade.

Quantas vezes quis lembrar

Do que havias dito.

Inquietante esquecimento,

Que arranha o pleno significado…


O que se perde nas brumas do tempo

É a procura pela forma ideal do encontro.

Nos sonhos e idealizações,

Persiste o eco da voz,

Como a semente que gera uma nova perspectiva.


As palavras renascem

Na angústia de ver se o que brotou na alma 

- E transpôs os lábios - 

Tornando-se, enfim, pertença.

Para além do que foi dito,

As lembranças cravejam o presente,

No ar que bruxuleia, longe de apagar a esperança…


(Revisão e imagens com a IA Gemini. Áudio e vídeo em https://youtu.be/o5W-ubjP2WA)

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