Crônica poética
Sou o fruto gerado no teu ventre. Fomos cúmplices no tempo de silêncios em que éramos apenas nós dois. Compartilhei tuas dúvidas, entendi tuas angústias. Quis secar a lágrima que selou a notícia da minha chegada. Agora, finalmente, habito os teus braços.
Sou o desejo de tornar perene o sentimento que nos uniu, o ser que complementa a tua humanidade. Sou fruto da tua vontade e do teu amor. Quando as primeiras imagens revelaram meu corpo, eu ainda não mensurava o carinho que transbordava do teu olhar.
Ao ouvir-te agradecer a Deus pelo rebento que germinava, sentia o doce afago que me envolvia no teu seio. Meu leito será o aconchego do teu corpo, onde caberão os sonhos… e as conquistas… e as decepções… O tempo da espera e, também, o tempo da partida!
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"Meu leito será o aconchego do teu corpo, onde caberão os sonhos… e as conquistas… e as decepções…"
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(Revisão: IA Gemini. Imagem: Canva. Áudio e vídeo em https://youtu.be/QHWD-u0RDnM)

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