Quartas com gosto de poesia:
Quando a madrugada desperta
E se vislumbram os primeiros raios do sol,
Acontecem os sonhos que deixam na boca
Um gosto amargo de incompletude.
Daqueles que a gente recorda e
Parecem fadados como uma profecia.
Dos que não se tem lembranças e
A sensação é de que o destino avisou,
Sem que se conseguisse entender.
A trajetória dos sonhos é sinuosa,
Percorrendo recônditos de memórias
Que, até então, se acreditou
Estivessem apagadas.
No desejo de esquecer ou ainda
Deixaram rastros sem uma plena compreensão.
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No limiar entre a realidade e o devaneio,
Acompanham-se os passos de um encantamento.
Marcas profundas de um passado engavetado,
Lembranças de sentimentos que permanecem,
No que o onírico é apenas uma ponta de saudade…
(Revisão e imagem: Gemini. Áudio e vídeo em https://youtu.be/aAVeefuFoPs)


